Arquivo para março, 2009

O valor do conhecimento e o conhecimento do valor

Posted in Loja Othelo Palma with tags , on 26/03/2009 by J.D.

Meus Irmãos..

Há pessoas que duvidam do valor do conhecimento.
Mas essa dúvida é totalmente sem fundamento. Todas as pesquisas nacionais e internacionais comprovam que quem tem mais conhecimento, tem mais sucesso pessoal e profissional. Além disto, estamos na era do conhecimento, exatamente porque o maior valor que temos nos dias de hoje é a informação de valor, ou seja, o conhecimento. Digo informação de valor, porque não basta ter informação sobre qualquer coisa. É preciso que ela tenha um valor para a sociedade. Daí ela será valorizada, trazendo o sucesso e tornando-se conhecimento. Muitas pessoas têm o conhecimento sem valor. Os fofoqueiros, por exemplo, sabem tudo da vida alheia. Mas qual é o valor desse conhecimento?
Quando um colaborador de uma empresa realmente conhece seu trabalho, estuda oque faz, busca a excelência e a perfeição, investe em si próprio, com certeza terá sucesso. Muitas pessoas já fazem isto. Mas será que fazem o suficiente? Será que entendem que o conhecimento é uma corrida sem linha de chegada, ou seja, quanto mais você souber, mais verá que pouco ou nada sabe?
O filósofo Sócrates, dizia “tudo que sei é que nada sei” exatamente para mostrar que o ser humano nunca pode parar de aprender e buscar conhecimento. Alias é por isto que nos reunimos aqui.
Vejo pessoas deprimidas e tristes e uma das razões é que elas perderam a vontade de aprender, de buscar conhecimentos novos sobre oque fazem. Pararam na vida, deixaram-se levar pela preguiça, pela inércia, pela desmotivação.
Precisamos acreditar que o ser humano precisa sentir-se em constante desenvolvimento intelectual para sentir-se feliz e ter sucesso pessoal e profissional. O ser humano quer sempre um trabalho desafiante que lhe dê sentimento de missão e propósito.
Assim meus irmãos, não fiquem esperando que alguém nos motive. Busquemos a motivação aqui em nossa loja, pelo conhecimento, pela razão, estudando mais, conhecendo mais oque fazemos se interessando mais em aprender todos os dias uma coisa de valor para nós mesmo e para a sociedade.
Pensemos nisto. Este é o lugar.

Esta crônica é minha homenagem ao meu querido irmão orador Rubens Zarate.

Ir.´. Ronaldo Ramiro de Paula
M.´. M.´. da ARLS Othelo Palma 73.
Com muito orgulho.

Admitir nossas necessidades

Posted in Loja Othelo Palma, Trabalhos Apresentados with tags , on 24/03/2009 by J.D.

Precisamos uns dos outros…

Meus Irmãos,

Recentemente, foram divulgadas notícias sobre Jim Sulkers, um residente de Winnipeg, Manitoba, que morreu em sua cama e ficou lá durante dois anos antes que algum vizinho descobrisse seu corpo. O homem viveu ali durante 20 anos, mas ninguém sentiu sua falta.
Por que relutamos tanto em admitir nossas necessidades uns para com os outros?

Há pelos menos duas fortes razões:

Primeira: nossa cultura exalta o individualismo. Admiramos os independentes, auto-suficientes, que parecem viver bem por si sós. Mas a triste verdade é que, alem dessa confiança aparente, normalmente esta é uma pessoa insegura, com um coração dolorido. A solidão é a doença mais comum neste mundo, e ainda assim, continuamos a construir muros ao invés de pontes entre nós.

Segunda: somos orgulhosos. Muitas pessoas, especialmente os homens, sentem que pedir ajuda ou expressar uma necessidade é sinal de fraqueza. Mas não há nada de vergonhoso no fato de

precisarmos uns dos outros. O Grande Arquiteto do Universo nos formou assim! Quer que dependamos uns dos outros.

Estudando e pesquisando, aprendemos que o GADU planejou que desfrutássemos a vida juntos. Fomos moldados para relacionamento dentro da família e criados para a vida em comunidade. Não é vontade dele que atravessemos a vida sozinhos. Mesmo no ambiente perfeito do Éden, o GADU disse; “não é bom que o homem esteja só’”.

O homem odeia a solidão. Isso não significa que todos têm que viver “grudados”. Significa sim, que todos precisam de uma família, e é por isto que nos reunimos aqui.

A palavra loja-família-loja é frequentemente usada para descrever um grupo de pessoas ligadas a um propósito, e o nosso propósito estando aqui é; estarmos ligados corpo e mente, onde cada parte é interligada e interdependente.

Como maçons que somos, é impossível mantermos nossa missão na nesta vida sem os outros, portanto, o olho não pode dizer para a mão: Eu não preciso de você. E a cabeça não pode dizer para os pés: Não preciso de vocês.

Nós precisamos estar unidos para sobreviver espiritualmente e esótéricamente. Mas do que isso, nós precisamos realmente fazer parte deste grupo de pessoas, onde poderemos amar e sermos amados, servir e ser servido, compartilhar oque aprendemos e aprendermos sempre com os outros.
Como fomos agraciados com a “luz” devemos estar sempre em plena comunhão, o primeiro passo é admitir que necessitamos uns dos outros como se nossa vida dependesse do outro – até porque depende.

Dediquemo-nos uns aos outros com amor mais fraternal; Procuremos dar honras aos outros mais do que a nós próprios. Viver entre irmãos, requer humildade. Precisamos lembrar que pertencemos uns aos outros e precisamos uns dos outros para cumprir nossa missão.

Colaboração: Ir.´. Ronaldo Ramiro de Paula
M.´.M.´. da ARLS Othelo Palma nº. 73
Com muito orgulho.

O que significa a palavra “ritual” ?

Posted in Introdução with tags on 23/03/2009 by J.D.

Ritual
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

Wikipedia:Revisão
Esta página ou secção foi marcada para revisão, devido a inconsistências e/ou dados de confiabilidade duvidosa. Se tem algum conhecimento sobre o tema, por favor verifique e melhore a consistência e o rigor deste artigo. Considere utilizar {{revisão-sobre}} para associar este artigo com um WikiProjeto.

Um ritual é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, várias vezes atribuídas de um valor simbólico, cuja performance das quais é usualmente prescrita por uma religião ou pelas tradições da comunidade. [1][2]

Um ritual pode ser executado a intervalos regulares, ou em situações específicas. Pode ser executado por um único indivíduo, um grupo, ou por uma comunidade inteira; em locais arbitrários, específicos, ou diante de determinadas pessoas. Um ritual pode ser restrito a certo subgrupo da comunidade, e pode permitir ou sublinhar a passagem entre condições sociais ou religiosas.

Os propósitos dos rituais são variados, eles incluem a concordância com obrigações religiosas ou ideais, satisfação de necessidades espirituais ou emocionais dos praticantes, fortalecimento de laços sociais, demonstração de respeito ou submissão, estabelecendo afiliação, obtendo aceitação social ou aprovação para certo evento – ou, às vezes, apenas pelo prazer do ritual em si.

Rituais de vários tipos são característicos de quase todas sociedades humanas conhecidas, passadas ou atuais. Elas podem incluir os vários ritos de adoração e sacramentos de religiões organizadas e cultos, mas também os ritos de passagem de certas sociedades, coroação, posse presidencial, casamentos e funerais, eventos esportivos, dentre outros. Várias atividades que são ostensivamente executadas para concretizar propósitos, como uma execução de pena de morte, e simpósios científicos, são carregados com ações simbólicas prescritas por regulamentos ou tradição, e portanto parcialmente ritualísticas por natureza. Várias ações comuns como aperto de mão ou dizer oi são rituais.

O ritual esboça comportamentos de troca que ganham valor comunicativo e, dentro de uma perspectiva etológica, evoluem de comportamentos sem nenhuma função comunicativa, que passam a ser estereotipados, maximizando a comunicação das espécies e minimizando os riscos. Assim, a corte, as competições pelas fêmeas, os movimentos de bandos de animais, os movimentos exagerados, acabam aumentam a capacidade de atrair a atenção, ganhando assim conformação ritualizada. Na medida em que a espécie humana dominou a linguagem e desenvolveu-a com seus valores culturais e religiosos, os rituais passaram a simbolizar ideologias e ensinamentos tornando-se mais complexos.

Ritual

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ritual

O que é “liturgia”?

Posted in Introdução with tags , , , , on 23/03/2009 by J.D.

Liturgia
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A palavra liturgia (do grego λειτουργία, “serviço” ou “trabalho público”) compreende uma celebração religiosa pré-definida, de acordo com as tradições de uma religião em particular; pode incluir ou referir-se a um ritual formal e elaborado (como a Missa Católica) ou uma atividade diária como as salats muçulmanas[1]

A liturgia é considerada por várias denominações cristãs, nomeadamente o Catolicismo, a Igreja Ortodoxa e alguns ramos (Igrejas Altas) do Anglicanismo e do Luteranismo, como um ofício ou serviço indispensável e obrigatório. Isto porque estas Igrejas cristãs prestam essencialmente o seu culto de adoração a Deus (a latria) através da liturgia. Para elas, a liturgia tornou-se, em suma, no seu culto oficial e público.
Índice

Etimologia e sentido primitivo da palavra

O vocábulo “Liturgia”, em grego, formado pelas raízes leit- (de “laós”, povo) e -urgía (trabalho, ofício) significa serviço ou trabalho público. Por extensão de sentido, passou a significar também, no mundo grego, o ofício religioso, na medida em que a religião no mundo antigo tinha um carácter eminentemente público. Na chamada Bíblia dos Setenta (LXX), tradução grega das escrituras, o vocábulo “liturgia” é utilizado para designar somente os ofícios religiosos realizados pelos sacerdotes levíticos no Templo de Jerusalém. No princípio, a palavra não era utilizada para designar as celebrações dos cristãos, que entendiam que Cristo inaugurara um tempo inteiramente distinto do culto do templo. Mais tarde, o vocábulo foi adoptado, com um sentido cristão.

Significado da liturgia

Para os cristãos, Liturgia, é, pois, a atualização da entrega de Cristo para nossa salvação. Cristo entregou-se duma vez por todas, na Cruz. O que a liturgia faz é o memorial de Cristo e da nossa salvação, ou seja, torna presente, através da celebração, o acontecimento definitivo do Mistério Pascal. Através da celebração litúrgica, o crente é inserido nas realidades da sua salvação.

Liturgia é antes de tudo “serviço do povo”, essa experiência é fruto de uma vivencia fraterna, ou seja, é o culto, é uma representação simbólica (que não se trata de uma encenação uma vez que o mistério é contemplado em “espírito e verdade”) da vida cotidiana do crente em comunhão com sua comunidade.

A Liturgia tem raízes absolutamente cristológicas. Cristo rompe com o ritualismo e torna a liturgia um “culto agradável a Deus”, conforme preceitua o apóstolo Paulo em Romanos 12:1-2.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Liturgia

Porque devemos visitar outras lojas?

Posted in Introdução with tags on 23/03/2009 by J.D.

No final do meu tempo como aprendiz decidi começar a visitar algumas lojas, primeiros visitava as do condomínio onde esta minha loja, depois outras lojas de outras potências. Houveram semanas nas quais eu visitei lojas quase todos os dias, fique fora de casa quase 4 dias, contando com o dia no qual minha loja se reune.

Porque isso é importante? Acho que é pelos seguintes motivos:

a) te dá a possibilidade de ver outros ritos

b) você pode conhecer novos irmãos ou achar pessoas que tinha perdido contato, na minha última visita acabei encontrando uma pessoa que tinha feito faculdade comigo, e você não encontra apenas irmãos, as vezes encontra as cunhadas ou outros convidados dos Ágapes. De uma forma ou de outra é um meio de socializar, já encontrei um cunhada que na minha época de faculdade foi minha professora!

c) você conhece outras lojas, estou me referindo ao conjunto de irmãos e sua forma de trabalho

d) você conhece os templos, estou me referindo a estrutura física da loja, como ela é decorada.

A sua loja e seus irmãos não saem de sua cabeça quando você esta visitando outra loja, porque é inevitável reparar! O ser humano necessita fazer comparações para poder aprender olhando diferenças e obviamente alguns poderão levar algo de bom outros não.

O que você vai “reparar” nessas visitas?

a) se o mestre de cerimônias esta andando corretamente

b) se os irmãos estão unidos

c) a ritualistica

d) a música

e) etc…

em fim… são tantas coisas…

Mas uma coisa é certa… não visitar outras lojas é errado!

Recomendo a todos os aprendizes que após visitarem uma outra loja para ver como é a cerimônia de iniciação, começem a visitar outras lojas quando chegarem na metade de seu tempo de aprendiz, vocês tem muito a ganhar.

O que é pecúlio?

Posted in Introdução on 20/03/2009 by J.D.

Pecúlio e Pecúlio por Morte são termos que definem o capital segurado que é pago em caso de morte de um segurado, em uma única parcela, para uma ou mais pessoas. Pode ser corrigível, ou não. No Brasil é muito empregado pelas instituições que operam em seguros sociais, tanto governamentais ou privadas.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pec%C3%BAlio

Sobre o silêncio dos aprendizes

Posted in Introdução on 20/03/2009 by J.D.

Sobre o silêncio do aprêndiz recomendo que visitem o seguinte link:
http://a-partir-pedra.blogspot.com/2007/11/o-silncio-do-aprendiz.html

Lá os principais pontos abordados são:

a) é reconhecido o valor intelectual do apreendiz
b) esta em estado de igualdade com os demais irmãos
c) evita que se distraia falando bobeiras
d) ao não opinar fica em cima do muro
e) permite não desviar a atenção dos acontecimentos da loja, principalmente da ritualistica
f) repete várias vezes que o importante é a auto concentração e conhecimento

Após ler o link anteriormente citado gostaria de lembrar que:
a) tenho visto aprendizes solicitando a palavra para falar coisas que não deve, no momento errado
b) perdendo o tempo da loja com pergunta fúteis, se o aprendiz ler o ritual e prestar atenção vai aprender muito

E mais importante….
c) todo aprendiz é cobrado nos ágapes e nos pecúlios… portanto tem mais que direito de falar

O que nós não temos como saber é se o “cara” vai falar “bobeiras” ou não até o momento que já as tenha dito!
Mas quando o aprendiz fala muita bobeira é melhor “recomendar” que tire suas dúvidas em outro momento ou “se consulte” com um irmão mestre mais “sábio”.

Não acho legal o silêncio dos aprendizes, acho que os vigilantes e mestres devem orientar sobre o que falar, quando falar e o que não deve ser comentado em loja!