Maturidade maçônica

A maturidade Maçônica se alcança na escuta
Todos têm algo a ensinar.

Todo ser humano traz si uma profunda necessidade de auto-afirmação. Todos desejam a valorização por parte dos demais, porém, essa necessidade de ser aceito e de se afirmar diante da vida precisa trazer em si certa medida de equilíbrio e maturidade, pois, quando assim não o é, tendemos a agir puramente aprisionados por nossos instintos.

Todo mundo quer ser acreditado, todos querem ter razão e a verdade em sua conduta. Por vezes, queremos que nossa maneira de pensar seja acolhida pelos demais, mas, precisamos ter a consciência de que nem sempre estamos certos e de que não podemos exigir que o nosso modo de pensar seja acolhido por todos como verdade absoluta.

As grandes catástrofes da humanidade se deram quando alguém ou um grupo especifico se fecharam apenas em um ponto de vista isolado, não se abrindo a outros focos de visão e acreditando ser os únicos donos da verdade.

Muitos de nós somos peritos em defender a própria verdade, mas, verdadeiramente maduro é aquele que sabe ouvir e acolher o ponto de vista dos outros, abrindo-se ao dialogo e reconhecendo que os demais também têm coisas boas a ensinar e oferecer, e, que, por essa razão, merecem ser respeitados.

Todos têm algo a nos ensinar, o ponto de vista alheio contempla a realidades não percebidas por nós. É feliz quem sabe ouvir e acolher o que o outro expressa, pois tal atitude faz com que sejamos pessoas mais completas, rompendo assim as barreiras do egoísmo, as quais nos fazem acreditar somente nós estamos certos.

Ouvir é uma virtude e, por meio do dialogo, alcançamos grandes progressos.

A nossa vitória mora na humildade, que sabe abrir mão de suas próprias razões, para que o outro seja um pouco mais, assim o consenso acontece e ambas as partes são capazes de crescer.

Quem sabe perder e ceder nas pequenas coisas conquistará grandes realizações. Compreendamos isso e construiremos significativas conquista em nossa história.

Quando me dirijo a vocês meus irmãos, na forma de crônicas e peças de arquiteturas, não é simplesmente para fazer constar meu nome em nosso balaústre, mas sim por que acredito que me expresso melhor na forma escrita e gostaria que vocês, tirassem um bom proveito desta fala – escrita.

Obrigado pela atenção

Ronaldo Ramiro de Paula
M.´.M.´. da ARLS Othelo Palma.

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Agradeçemos a contribuição enviada pelo ir: Ronaldo!

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