Arquivo para Dan Brown

Relendo “O simbolo perdido” – medindo a consciência

Posted in Livros with tags , , , , on 13/10/2010 by J.D.

O barômetro da consciência – Onde achar uma idéia criativa para medir a consciência coletiva?

Leiam as partes do livro “O Simbolo Perdido” de Dan Brown, entre as páginas 80 e 82!

Indo Além de “O simbolo perdido”, parte 9

Posted in Livros with tags , , , , on 24/09/2010 by J.D.

Alfabeto rúnico.


Em inglês: http://en.wikipedia.org/wiki/Runic_alphabet

Em espanhol: http://es.wikipedia.org/wiki/Alfabeto_r%C3%BAnico

——————————-

O gravado Ramsund (melhor chamado, “o gravado de Ramsundsberg“) é uma obra de arte de era-a vikinga sueca, decorada com desenhos e inscrições rúnicas nos estilo Pr 1. A diferença das runas típicas talhadas sobre pedras levantadas, o gravado em questão está feito sobre uma grande rocha erosionada na base de uma colina junto ao estreito de Ramsund, Suécia. Em Idioma sueco|sueco]] conhece-lho como “Ramsundsbergets ristningen” (“O gravado, ou talha, da colina de Ramsund”) e “Sigurdsristningen vid Ramsund” (“O gravado de Sigurd junto a Ramsund”). No catálogo de runas está classificada como “Södermanlands runinskrifter 101” (“Inscrição rúnica não. 101 da comarca de Södermanland“), ou simplesmente “Sö 101“. Considerada como uma das mais importantes peças de arte nórdico, se estima que data do ano 1040. A longitude do gravado é de 4,7 metros.

A rocha encontra-se a uns cinquenta metros do caminho que leva à granja de Sundbyholm na aldeia de Mora, parroquia de Jäder, entre Torshälla och Strängnäs, município de Eskilstuna (Södermanland), ao sudoeste de Estocolmo, Suécia, em um dos braços do lago Mälar.[1] [2] Ao redor da colina encontra-se, segundo o folclore local, o bosque de tenhas mais nórdico da Europa.

A rocha de Ramsund é uma dos telefonemas “pedras de Sigurd“, um conjunto de umas oito rochas com runas ou desenhos sobre a lenda de Sigurðr Sigmundarson Fáfnisbani (Sigurd, Filho de Sigmund, Verdugo do Dragão Fáfnir). Partes desta lenda aparecem na Edda Poética, a Edda Prosaica de Snorri Sturluson, a Saga dos Volsungos e o Cantar dos nibelungos, bem como no ciclo de óperas O anel do nibelungo de Richard Wagner. Nestas duas últimas obras Sigurðr em nórdico antigo corresponde ao herói Siegfried (“Sigfrido“), em Idioma alemão|alemão]].

Fonte: http://pt.wikilingue.com/es/Gravado_Ramsund

—————————————————-

Banco de dados de inscrições rúnicas:

http://es.wikipedia.org/wiki/Rundata

Indo Além de “O simbolo perdido”, parte 8

Posted in Livros with tags , , on 23/09/2010 by J.D.

Os alumbrados da Espanha pertencem ao último grupo mencionado. O historiador Marcelino Menéndez y Pelayo encontrou registro do nome já em 1492 (na forma iluminados, 1498), mas ligou-os a uma origem gnóstica, e julgou que seus ensinamentos eram promovidos na Espanha por influências vindas da Itália. Um de seus mais antigos líderes, nascido em Salamanca, foi a filha de um trabalhador conhecida como a “Beata de Piedrahita”, que chamou a atenção da Inquisição em 1511, por afirmar que mantinha diálogos com Jesus Cristo e a Virgem Maria. Foi salva de uma investigação rigorosa por padrinhos poderosos (fato citado pelo mencionado historiador espanhol em seu livro “Los Heterodoxos Españoles”, 1881, Vol. V).

Inácio de Loyola, o fundador da Companhia de Jesus, ordem religiosa da Igreja Católica cujos membros são conhecidos como jesuítas, na época em que estudava em Salamanca em 1527, foi trazido perante uma comissão eclesiástica acusado de simpatia com os alumbrados, mas escapou apenas com uma advertência. Outros não tiveram tanta sorte. Em 1529, uma congregação de ingênuos simpatizantes em Toledo foi submetida a chicoteamento e prisão. Maior rigor foi a conseqüência e por cerca de um século muitos alumbrados foram vítimas da Inquisição, especialmente em Córdoba.

Fonte: Wikipedia

Fonte da citação acima: http://illuminati-ogame.forumeiros.com/a-ordem-illuminati-f3/os-alumbrados-na-espanha-t10.htm

——————————————————————

Os alumbrados foram um movimento religioso espanhol do século XVI em forma de seita mística, que foi perseguida por se considerar herética e relacionada com o protestantismo. Teve sua origem em pequenas cidades do centro de Castilla ao redor de 1511, conquanto adquire carta de natureza a partir do Edicto de Toledo de 1525.

Os alumbrados podem englobarse dentro de uma corrente mística similar desenvolvida na Europa nos séculos XVI e XVII, denominada iluminismo que não deve ser confundida com a seita dos iluministas bávaros (ou illuminati), nem, evidentemente, com a Ilustração. É muito habitual utilizar o nome de iluminista como sinónimo de alumbrado. Também se utilizou na época o nome de deixado.[1]

Os alumbrados criam no contacto directo com Deus através do Espírito Santo mediante visões e experiências místicas, o qual levou à Inquisición Espanhola a promulgar ao menos três edictos em sua contra. Alguns místicos como Teresa de Ávila foram inicialmente suspeitos de pertencer aos alumbrados.

Em 1532 realiza-se o processo a Vergara, Tovar, Eguía, María de Cazalla e Castillo.[2] María de Cazalla, processada por alumbrada, em seu defesa alegou que em Guadalajara alumbrada se aplicava a toda pessoa recolhida e devota.[3] Os alumbrados reuniam-se em conventículos em pequenas localidades do centro de Castilla, como Pastrana ou Escalona, liam e interpretavam pessoalmente a Biblia e preferiam a oração mental à vogal, como fizeram posteriormente os quietistas.

Pedro Ruiz de Alcaraz, Isabel da Cruz e Bedoya formaram o núcleo de Escalona de 1511, que alguns têm considerado como um precedente do pensamento de Juan de Valdés ao proclamar o “amor de Deus” não como ideia mística, senão como certeza absoluta de que Deus guia à mente humana para poder ler as Escrituras com inteira liberdade.[4] Neste fragmento da acusação inquisitorial contra os de Escalona compara-se-lhes com outras herejías medievales, como os husitas, e se manifestam suas doutrinas:
ressuscitam-se eregias porque aquele ynterior dexamiento aquela suspensão occiosa de pensamento aquele não hazer mas de dexarse a que Deus faça e não eles herror foi de Ioannes hus e de Ioannes flirseso por Leuterio seguido que negam o livre alvedrio para fazer punindo a perfeezion em padezer e aquela perfeczion falsa que dogmatizan… dos bigardos e biguinos emano pois propõe com eles que os perfeitos não são obrigados a ayunar, a orar, nem a humana obediência subjetos, nem a preceitos de yglesia obrigados porque ubi pus dñi ibi libertas (ubi opus domini ibi libertas) e à adoración e herimiento de peitos que negam claro é se dos mesmos e se o zelo do santo officio não o atalha é verdadeiro chegasse a yntroducir a abominable caridade que almerico e fray alonso de meya dogmatizaron. O terceiro é sy bem é o cevo do anzol nos hereticos maior cevo é o maior bem todos os ereges antepassados pretendiam a evangelica verdade ou bondade e isto o que mas o pretendia o Leuterio perfido que pretende evangelica liberdade…
[5]

O relatório do prior dos dominicos de Lucena à Inquisiclón de Córdoba, em 1585, recolhe a pretensão dos alumbrados de comulgar sem confessar, porque achavam que gente justificada e confirmada no bem não podem já pecar[6]

Hernando Álvarez e Cristóbal Chamizo foram uns clérigos de Llerena acusados de estender por Extremadura no final do XVI e princípios do XVII umas extravagantes práticas e opiniões teológicas, que se consideraram equivalentes às dos alumbrados pela Inquisición:
Ao menosprecio dos preceitos divinos e à profanación dos lugares mais sagrados, uniam uma dissolução carnal inconcebível, e as penitências que no confesionario propinaban, eram prefeituras sexuais das confessadas com eles mesmos, lhes ensinando que o Mesías tinha de nascer do comércio de uma donzela com algum dos confesores alumbrados.[7]

Índice
[ocultar]

* 1 Referências
* 2 Bibliografía
o 2.1 Monografías
o 2.2 Artigos

Referências

1. ↑ Manuel de León Os «alumbrados» espanhóis e Lutero [1]
2. ↑ Ricardo García Cárcere, (1996) A cultura do Século de Ouro. Pensamento, arte e literatura (História de Espanha, vol. 17), Madri, Temas de Hoje ISBN 84-7679-295-6 pgs. 31-32
3. ↑ Pedro Sanronja (2000) As doutrinas dos alumbrados espanhóis [2]
4. ↑ Neto, sobre “Juan de Valdés e as origens da Reforma em Espanha e Itália”, citado por Manuel de León, op. cit.
5. ↑ Citado por Pedro Santonja, op. cit., pg. 362
6. ↑ Citado por Pedro Santonja, op. cit., pg. 365
7. ↑ Hurtado, Publio. Superstições extremeñas. Em: Revista Extremadura, t. II-IV, 1901-02 [3]

Bibliografía

Monografías

* Antonio Márquez, Os alumbrados : Origens e filosofia (1525-1559), Taurus, 1980. ISBN 9788430635047
* Álvaro Huerga, História dos Alumbrados (1570-1630), Fundação Universitária Espanhola, Madri, 1978. ISBN 8473920449
* Andrés Martín, Envolvimentos señoriales do alumbradismo castelhano em torno de 1525 (in Homenagem ao professor Antonio Vilanova, vol. 1, Estudos de Literatura espanhola, p.13-30, 1989). ISBN 8476654820
* Bernardino Llorca, A Inquisición espanhola e os alumbrados (1509-1667), Universidade Pontificia de Salamanca, 1980. ISBN 9788472990715
* Ricardo García Cárcere, Herejía e sociedade no século XVI. Inquisición em Valencia. 1530-1609, Edições Península, 1980. ISBN 8429715525
* Marcel Bataillon, Erasmo e Espanha, Fundo de Cultura Económica, col. «História», trad. Antonio Alatorre, 923 pp., 1950. ISBN 9681610695
* (em inglês) Henry Kamen, Inquisition and Society in Spain in the Sixteenth and Seventeenth Centuries, Indiana University Press, 1985. ISBN 9780253227751
* (em inglês) Henry Kamen, Spain, 1469-1714 : A Society of Conflict, Pearson Education, 2005, j7Acr02a9KUC&pg=PA121&dq=alumbrados&lr=&as_brr=3&ei=aNn8SKKWDYTkygSEn_DUBg&hl=fr#PPA121,M1 p.121-122. ISBN 9780582784642

Artigos

* Andrés Martín, Os alumbrados de Toledo no Quarto Abecedario Espiritual, ou Lei de Amor, de Francisco de Osuna (1530), Arquivo Ibero-Americano, vol. 41, n°163-164, pp. 459-480, 1981.
* Andrés Martín, Os alumbrados de Toledo segundo o processo de María de Cazalla (1532-1534), Cuadernos de investigação histórica, nº8, p.65-82, 1984. ISSN 02106272
* Andrés Martín, Em torno do estatuto da mulher em Espanha na crise religiosa do Renacimiento: observantes, beatas, alumbradas, Norba Revista de história, nº10, p.155-172, 1989‑1990. ISSN 0213375X
* Luis Fernández, Iñigo de Loyola e os alumbrados, Hispania Sacra, n°35, 1983.
* Angela Selke, Alguns dados novas sobre os primeiros alumbrados. O edicto de 1525 e sua relação com o processo de Alcaraz, Bulletin hispanique, IV, 1952.
* Augusta E. Foley, O alumbradismo e suas possíveis origens, Actas do VIII Congresso da Associação Internacional de Hispanistas, vol. 1, p. 527-532, 1983. ISBN 8470901621
* (em inglês) Alastair Hamilton, Heresy and Mysticism in Sixteenth-Century Spain: The Alumbrados, James Clarke Company, 1992.
* (em inglês) Alison Weber, Little Women : Counter-Reformation Misogyny, in The Counter-Reformation de David Martin Luebke, p.148-152.em:Alumbrados

Fonte: http://pt.wikilingue.com/es/Alumbrados

——————————————————————-

Livros:

http://www.financialsensearchive.com/fsu/editorials/gnazzo/2007/nworder/0321.html

http://weiserantiquarian.com/catalogtwentyeight/

Indo Além de “O simbolo perdido”, parte 7

Posted in Livros with tags , , , on 22/09/2010 by J.D.

Apoteóse de Washington:

Indo Além de “O simbolo perdido”, parte 6

Posted in Livros with tags , , , on 21/09/2010 by J.D.

A adoração dos Magos:

A Adoração dos Magos (em italiano Adorazione dei Magi) é a primeira grande pintura de Leonardo da Vinci, que a deixou inacabada, levando apenas aguadas de tinta, na ocasião de sua partida para Milão.

Foi feita entre 1481 e 1482, em óleo sobre madeira, e mede 246 por 243 centímetros. Foi encomendada pelos monges de São Donato de Scopeto, próximo a Florença, Itália.

Leonardo usou com sabedoria sua técnica de jogo de luz e sombra estimulando a imaginação do observador gerando uma ilusão de profundidade (3D).

Também esta obra mostra o domínio de Leonardo da anatomia humana onde todos os elementos obrigam o olhar para o centro onde estão as figuras da madona e os Meninos.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Adora%C3%A7%C3%A3o_dos_Magos_%28Leonardo_da_Vinci%29

Indo Além de “O simbolo perdido”, parte 5

Posted in Livros with tags , , on 20/09/2010 by J.D.

“O segredo se esconde dentro da ordem”.

Para refletir…

O que significa “ordem”? seria a ordem maçônica? Seria simplesmente e literalmente a palavra Ordem no sentido de “ordemanento”?

Alguém já parou pra pensar que talvez o segredo seja que o segredo não existe?

E se isso form uma frase herméticamente intrespectiva e meta conceitual? dentro de um círculo tem um outro circulo, dentro deste outro circulo tem outro circulo, eternamente até que não sejam mais possível encontrarmos o início nem fim dis circulos, porque chegamos até aqui? já passaos por tantos circulo? no final não tem final?

aguardo comentários!

Os Segredos Dos Filhos da Viúva

Posted in Livros with tags , , , , , on 17/07/2010 by J.D.

É…. vai ai mais uma novela no rastro do “Símbolo Perdido”.

O livro de Dan Brown “O Símbolo Perdido” pode não ser suficiente é o que “alega” David A. Shugarts ao lançar seu livro “Secrets of the Widow’s Son”.

Para os interessados, segue aqui a dica de leitura: http://www.secretsofthewidowsson.com/index.html

Maiores informações sobre a obra, clique aqui.

TFA